Entrevista com a autora Isabella Silveira


Isabella Silveira é natural de São Paulo, porém cresceu na capital de Minas Gerais. Publicitária e comunicóloga, desde cedo percebeu que a se comunicar era algo muito além da fala. Na literatura descobriu inúmeros novos mundos, e ainda criança sentia a maior felicidade em ter um livro nas mãos. Ainda nova arriscou alguns rascunhos que nunca saíram do papel, porém após ler estórias que não correspondiam às suas expectativas e conversavam com a mulher decidida que ela sempre quis ser, resolveu colocar as suas ideias no papel, e posteriormente mostrá-las ao mundo. Amante da literatura nacional se aventurou na escrita por não se conformar com o óbvio e ainda hoje tem o objetivo de surpreender seus leitores com enredos diferentes do usual. Descubra mais sobre ela na entrevista a seguir.


Quem é Isabella Silveira? O que podemos esperar em suas histórias?

Isabella Silveira é uma romântica incurável, uma leitora voraz e principalmente, uma pessoa que não se contenta com o óbvio. Em minhas histórias, tento criar personagens femininas fortes, determinadas, donas do seu próprio nariz e do seu próprio destino.


Qual foi a sua maior inspiração no começo da escrita?

No começo da escrita, minha maior inspiração era fugir dos clichês que eu estava lendo. Ao longo do tempo fui entendendo quem eu era, o que eu queria passar com os meus livros, e principalmente como eu levaria essas mensagens. Então, tendo isso como ponto de partida, comecei a me espelhar em autoras que eu amo e admiro muito. Sophie Kinsella e Carina Rissi, por exemplo, são minhas grandes divas.


Qual o seu clássico favorito?

Orgulho e Preconceito, com certeza.


Se pudesse transformar um livro em filme, qual seria?

Fingindo que aquela atrocidade cinematográfica nunca aconteceu, eu transformaria Percy Jackson em uma série condizente com os livros.


Como você convenceria alguém que não gosta de ler, a ler?

Sugerir um gênero que ela se interesse é o primeiro passo. Geralmente esse preconceito de ler vem das escolas, onde as crianças são forçadas a ler clássicos complexos sem ter desenvolvido o hábito da leitura. Então, por isso, pegar algo que seja de fácil entendimento, que converse com a pessoa e que ela se interesse vai fazer com que esse preconceito diminua, e ela dê abertura para essas oportunidades


Quando percebeu que escrever era o que mais te alegrava?

Escrevo romances desde 2018, mas apenas cerca de um ano atras, quando eu realmente parei e pensei em como eu gostaria de estar daqui a cinco anos, percebi que escrever era realmente o que eu mais gostava de fazer no mundo. Desde então, tenho me dedicado 110% para fazer esse sonho se tornar realidade.


Momento viagem no tempo, qual livro você indicaria para o seu eu do passado?

Todos da Sophie Kinsella, definitivamente deveria ter lido os livros dela assim que me interessei pela leitura.


Se você ficasse presa numa ilha e pudesse escolher três livros, quais seriam?

"Jogos vorazes", "Amor e preconceito" e "A menina que roubava livros".


Já teve dificuldade em encontrar um final para alguma história que escreveu? Se sim, como resolveu?

Sim, muito. Mas criar um roteiro sempre me ajuda muito nesse sentido.


Como você vê o protagonismo feminino na literatura nacional? Necessário. Precisamos dar voz as mulheres, e levantar todos os tipos de pautas pertinentes a elas.

Como incluir pautas de identidade, antirracistas e sociais dentro de um romance?

Isso, acredito eu, vem de como você é dentro de uma sociedade. Se for algo natural, já é incluso sem muita dificuldade. Apesar de tudo, acredito fortemente que é algo que deva se tratado com cada vez mais naturalidade e normalidade.


Qual seria a trilha sonora ideal para os seus livros?

Todas as músicas dos Beatles.


Qual a sua expectativa para a Sevai 2021?

As melhores e maiores possíveis. Tenho certeza que abrirá muitas portas para nós, autores iniciantes.


Você pode acompanhar o trabalho de Paula em seu Instagram e encontrar seus livros na Amazon.

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